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Aumento no preço da borracha chama atenção de criminosos (conteúdo aberto) PDF
03/07/2012

A estimativa é de que 70 toneladas de coágulo já foram furtadas na região de Barretos

A elevação dos preços da borracha nos últimos anos originou uma prática inusitada e criminosa que está se tornando comum na região de Barretos, no interior do Estado de São Paulo, o furto de coágulo. Desde o ano passado, pelo menos 27 produtores já acionaram a polícia em função deste crime.

De acordo com levantamento realizado pela Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor), já foram furtadas mais de 70 toneladas de coágulo em seringais localizados em cidades como Colina, Barretos, Tabapuã, Poloni, Olímpia e Colômbia. A estimativa da entidade é que o total furtado até o momento é avaliado em cerca de R$ 210 mil.

Foi o que aconteceu na propriedade de Luiz Mário Spechoto, em Colina. Ele conta que em fevereiro foram levados quase dois mil quilos de borracha do seu seringal. “Colocamos as caixas com a borracha na banca para que o caminhão viesse retirar no dia seguinte, quando percebemos que já não havia mais nada. Pelas minhas contas, os ladrões levaram umas 50 caixas com coágulo”, explica.

O prejuízo do produtor foi de aproximadamente R$ 5 mil. Ele suspeita de que os envolvidos no crime conheçam a rotina do seu seringal e sabem que os sangradores não ficam lá no período da noite.

Já em Barretos, a matéria-prima levada em outra fazenda soma cerca de R$ 12 mil. O proprietário, que não quis se identificar, descreveu que no dia em que o furto aconteceu havia muita borracha para ser encaminhada à usina. “Era dia de coleta e eles vieram antes e levaram tudo”, diz.

Além de quem furta a matéria-prima, o esquema tem outros envolvidos que facilitam a receptação, pois compram o produto sem nota fiscal e sem origem conhecida.

O Diretor de Comunicação da Apabor, Fernando do Val Guerra, explica que esta prática se tornou comum na região nos últimos dois anos. Para tentar solucionar o problema, a associação realizou o levantamento dos furtos ocorridos na região e encaminhou à Polícia Rural, Sindicato de Barretos e Secretaria de Estado de Segurança Pública, solicitando auxílio para a investigação dos crimes.

“Estamos especialmente focados em quem está recebendo esta borracha furtada, visto que ela precisa ser beneficiada para poder ser utilizada pela indústria”, comenta Guerra.

A Apabor sugere aos produtores se afastar de qualquer tipo de comercialização informal, exigindo sempre a emissão de nota fiscal do volume comercializado, pois isso pode inibir a ocorrência dos furtos.

Na última semana, a Associação entregou à Delegacia Seccional de São José do Rio Preto um ofício solicitando a adoção das medidas pertinentes e a instauração de Inquérito Policial para investigação dos furtos.

A entidade recomenda ainda registrar boletim de ocorrência, tanto de furto quanto de tentativa frustrada, e informar pelo telefone (17) 3235-1088 ou e-mail Este endereço de e-mail é protegido contra spam, você precisa de Javascript habilitado para visualiza-lo.

 

Assessoria de Imprensa da APABOR

 

 
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