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Preço mínimo deve ser primeira ação da nova diretoria da Apabor (conteúdo aberto) PDF
10/04/2018

Camila Gusmão

Neste momento de nova queda nos preços da borracha natural no Estado de São Paulo, maior produtor de borracha natural do país, a Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor), em assembleia ordinária realizada no final de março, elegeu a nova diretoria para o período de 2018 a 2021.

Eleito como presidente, o heveicultor Fábio Magrini falou ao Borracha Natural que pretende realizar uma administração aberta e tranquila, tendo como prioridade ouvir as pessoas envolvidas no setor, avaliar ideias e contornar conflitos, para assim conduzir a associação em tom de harmonia entre os elos da cadeia produtiva.

Divulgação/ Apabor

Fabio Magrini é cumprimentado pelo ex-presidente Wanderley Sant'Anna

Como heveicultor na atividade desde 1963, quando a família entrou no ramo, Magrini sente a queda do preço no campo e conta que a primeira ação a ser tomada nesta gestão é auxiliar na elaboração da documentação para que a Associação Brasileira de Produtores e Beneficiadores de Borracha Natural (Abrabor) leve ao governo federal o pedido de operacionalização da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) devido ao baixo valor pago pelo coágulo. Segundo Magrini, trata-se de um ‘remédio amargo’, mas não vê outra solução inicial se o preço se mantiver abaixo do custo de produção médio.

Executada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a PGPM é um instrumento que assegura ao produtor rural uma renda mínima, quando o preço cai abaixo do estipulado como básico para custear e manter a produção. A borracha natural foi incluída nesta política em 2005, quando a Lei º 9.479/1997, tratava da concessão de subvenção econômica (subsídio) a produtores de borracha natural, deixou de vigorar.

Em setembro do ano passado, a Conab ajustou o preço mínimo da borracha natural para a safra 2017/2018. O coágulo virgem a granel (CV, na sigla aplicada pela Conab) com teor de borracha seca (DRC, dry rubber content) de 53% foi reajustado para R$ 2,16 por quilo.

Preço de referência

Além da ação com foco no preço mínimo, Magrini disse que, ao longo do mandado, pretende desmitificar junto aos associados a questão de que a Apabor não determina o preço de mercado, e sim o divulga.

“A Apabor não é uma cooperativa, portanto, não consegue formar o preço. Queremos esclarecer isso junto ao nosso associado. Também devemos ter mais ações técnicas com pesquisadores internacionais e novidades em clones, pois a inovação traz maior produtividade”, comentou.

Imposto de importação

Sobre o aumento da alíquota da Tarifa Externa Comum (TEC) da borracha natural, um assunto muito debatido no setor nos últimos anos, Magrini afirmou que não seria hoje um caminho viável.

“Acredito que podem existir outros meios para melhorar o preço no campo. Já estamos desenvolvendo um projeto interno neste sentido, mas a Apabor continuará envolvida no assunto para apoiar o setor”, finalizou.


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