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CP2018 | Qualidade do látex no campo interfere na fabricação de artefatos (conteúdo aberto) PDF
14/11/2018

Camila Gusmão

A qualidade da borracha natural produzida no campo pode impactar diretamente o produto, mesmo após o processo de beneficiamento na usina e a fabricação na indústria. O assunto é tão sério que um pneu produzido com látex contaminado pode estourar em pleno trânsito, por exemplo.

O tema será apresentado pela engenheira agrônoma e engenheira de desenvolvimento de matéria-prima da Pirelli Pneus, Yvette da Palma Richards, durante o 11º Ciclo de Palestras sobre a Heveicultura Paulista, a ser realizado pela Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor). O evento acontece nos dias 22 e 23 de novembro, no Ipê Park Hotel, em São José do Rio Preto.


11º Ciclo de Palestras sobre a Heveicultura Paulista
22 e 23/11/2018
São José do Rio Preto/SP
www.apabor.org.br


Segundo Yvette, em entrevista ao Borracha Natural, a apresentação busca informar ao público ligado à atividade de produção da borracha natural sobre a importância dos cuidados no trato do látex no campo e no seu processo de transformação em borracha seca como matéria-prima para a indústria de artefatos, e, principalmente para a fabricação de pneus, que atualmente é o segmento da indústria que mais consome a borracha natural do tipo Granulado Escuro Brasileiro nº 10 (GEB-10).

“Pretendo ilustrar como a falta de alguns cuidados simples podem impactar na qualidade no artefato final, e no dia-a-dia do consumidor”, conta Yvette.

De acordo a profissional, nos últimos três anos estão sendo encontrados poluentes estranhos na borracha natural, como plásticos coloridos, fibras e até metal. Suspeita-se que a contaminação aconteça entre a sangria e o transporte até as usinas de beneficiamento.

Os poluentes podem contaminar o látex no momento em que o sangrador solta a caixa plástica onde o coágulo é transportado, por exemplo, causando a quebra da caixa e possivelmente a mistura dos pedaços de plástico com o coágulo recém-extraído. Como o beneficiamento é feito na água e os dois, plástico e coágulo, flutuam, é quase impossível o processo de separação na usina.

“Também mostrarei ao público do evento a evolução de um trabalho realizado com produtores e usinas de beneficiamento nos dois últimos anos”, finaliza.

 


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