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Teresa Cristina nomeia novo presidente da Câmara Setorial da Borracha (conteúdo aberto) PDF
17/02/2020

Camila Gusmão

A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Borracha Natural (CSBN), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), tem como novo presidente Antonio Carlos Carvalho Gerin, heveicultor e atual presidente da Associação dos Produtores de Látex do Brasil (Apotex Brasil), para o biênio 2020/2021.

Embrapa/ Maria Clara Guaraldo

Fernando Guerra, ex-presidente da Câmara Setorial da Borracha Natural

Em reunião ordinária realizada no final de novembro, os membros da Câmara Setorial indicaram dois candidatos: Antonio Carlos Carvalho Gerin, da Apotex, que recebeu quatro votos; e Antônio Carlos da Costa, hoje ex-presidente da Associação Brasileira de Produtores e Beneficiadores de Borracha Natural (Abrabor), com 11 votos. Ambos nomes foram apresentados para a escolha da ministra da Agricultura, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, que decidiu pela nomeação de Antônio Carlos Carvalho Gerin.

Após três mandatos consecutivos (2014/2015, 2016/2017 e 2018/2019) - um mandato a mais do que permitia o regimento interno anterior -, Fernando do Val Guerra encerra a sua gestão da Câmara Setorial. Ele era presidente da CSBN/Mapa pela Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor), entidade fundada em novembro de 1992, em São José do Rio Preto, para defender os interesses dos heveicultores e usinas de beneficiamento paulistas.

Para Guerra, a gestão da Câmara cumpriu seu objetivo de reconectar a cadeia produtiva da borracha com o governo brasileiro, com a sociedade e com o mundo.

“Neste período, aprendemos como funciona ‘Brasília’ e o que pode de fato ser feito. As ações conectaram seringueiros, heveicultores, associações, cooperativas, academia, representações de classe, entre outros, e nos permitiram uma visão estadista da cadeia produtiva, o que tem nos permitido desempenhar ações cada vez mais efetivas. É importante frisar o termo ‘nossa gestão’, pois todas as ações refletiram uma visão de representação de classe”, destaca.

Guerra espera que a nova gestão faça bom uso das suas prerrogativas e trabalhe em favor da união e desenvolvimento da cadeia produtiva, destacando que a função do presidente da Câmara Setorial é bastante operacional, e inclui preparar as reuniões da Câmara, contatar entidades e palestrantes demandados pela plenária, conduzir as reuniões, captar os anseios de todo o colegiado, dar palavra a todos os membros, elaborar os encaminhamentos da plenária e acompanhar a tramitação dos pleitos.

O Borracha Natural solicitou entrevista a Antônio Carlos Carvalho Gerin, novo presidente da CSBN/Mapa, que preferiu se pronunciar somente após a sua posse oficial e primeiro diálogo com a ministra da Agricultura.

Trajetória

Fernando do Val Guerra é heveicultor e administrador de uma usina de beneficiamento de borracha natural. Ingressou na Apabor como diretor de comunicação há alguns anos e, também pela entidade, se tornou presidente da CSBN/Mapa.

Em 2014, por ocasião do 7º Encontro Nacional da Borracha Natural, evento bienal realizado pela Lateks, empresa mantenedora do portal Borracha Natural, juntamente com representantes de outras entidades, participou da fundação da Abrabor.

Borracha natural no Brasil

Para Guerra, a cadeia produtiva da borracha natural no país está economicamente debilitada devido a um longo período de preços deprimidos. Além disso, a cadeia carrega um peso extra resultante de um percentual significativo de seringais antigos de baixa produtividade, proveniente de uma curva de aprendizado e da falta de um programa continuado de renovação.

“Voltamos a plantar, temos novos clones disponíveis de altíssima produtividade, borbulham centros tecnológicos querendo participar do setor, o mercado da madeira de seringueira está ganhando espaço - o que viabilizará cada vez mais a reforma dos seringais e a reposição com clones novos e mais produtivos - e o mundo vem despertando para a oportunidade da produção brasileira livre dos riscos inerentes à produção asiática e africana”, afirma Guerra.

Principais conquistas

- Refutou-se o pedido para “zerar” o imposto de importação da borracha natural;
- Fundação da Abrabor e profissionalização da representação do segmento produtor (heveicultores e usinas de beneficiamento);
- Acionamento da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), por meio da operacionalização dos leilões do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), com injeção de R$ 40 milhões na heveicultura na pior fase da crise;
- Apresentação da heveicultura brasileira moderna para três presidentes e quatro ministros da agricultura;
- Renovação do interesse pela pesquisa em seringueira com conexão de entidades no Brasil e no exterior;
- Elevação do imposto de importação da borracha natural por um ano, injetando cerca de US$ 80 milhões na heveicultura;
- Renovação do canal de comunicação de mão-dupla com a indústria consumidora;
- Elaboração de um diagnóstico da cadeia produtiva pela consultoria MB Agro, a partir da colaboração da CSBN/Mapa, Abrabor, Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha (Abiarb), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelando o valor da cadeia produtiva quanto à geração de emprego, renda e impostos;
- Apresentação do diagnóstico da cadeia produtiva à ministra da Agricultura, com a indicação de medidas para melhorar a competitividade do setor.

 

Permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte.

 

 
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