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Heveicultura brasileira ganha suporte oficial para o desenvolvimento PDF
10/08/2005
Instalação da câmara setorial deve ajudar na estruturação da cadeia da borracha

A heveicultura brasileira ganhou mais uma importante arma para o desenvolvimento de ações, políticas, iniciativas e propostas para a expansão do setor. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, instalou às 16 horas do dia 05 de agosto, na sede da Sociedade Rural Brasileira (SRB), em São Paulo, a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Borracha Natural. O evento reuniu agentes públicos e privados dos principais elos da cadeia. Na abertura da solenidade, Rodrigues ressaltou que a câmara funcionará como fórum de discussão, idéias, sugestões e propostas que possam contribuir para construção de políticas favoráveis ao desenvolvimento da heveicultura nacional.

Foto: Valter Campanato/ABr

Roberto Rodrigues, ministro da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento.

A câmara setorial da borracha foi a 23ª a entrar em funcionamento no âmbito do Conselho Nacional do Agronegócio (Consagro). Entre as câmaras já criadas, estão as do açúcar e do álcool, da carne bovina, da citricultura, da fruticultura, de insumos agrícolas e a de leite e derivados.

A abertura do evento foi conduzida pelo ministro Roberto Rodrigues, que indicou o presidente da SRB, João de Almeida Sampaio Filho, que também é empresário rural no setor da borracha, para presidência da Câmara - com mandato de dois anos. O pesquisador da Embrapa Ailton Pereira foi nomeado secretário-executivo.

Rodrigues lembrou a importância da articulação dos agentes do setor heveícola para que as idéias sigam adiante e os objetivos sejam alcançados. “A interlocução da sociedade é fundamental para a organização da cadeia produtiva. Ouvindo todos os elos da cadeia teremos condições de montar uma política definitiva para o setor de borracha no Brasil", declarou.

João Sampaio deu continuidade a formalização da instalação da câmara e declarou: “O grande desafio da heveicultura brasileira é buscar soluções que impulsionem internacionalmente a competitividade da produção nacional de borracha para que o Brasil passe de importador a exportador". Ele disse ainda que o crédito e a pesquisa são os primeiros desafios para o setor.

A inauguração da câmara contou com a exposição de duas palestras. Na primeira, proferida por Paulo Morceli, analista de mercado da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram apresentados dados estatísticos do setor de borracha natural. Em seguida, Duarte Vilela, coordenador-geral das câmaras setoriais e temáticas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) falou sobre a missão, objetivo e competência das câmaras. Ele apresentou também a proposta de construção de uma agenda de trabalho.

Como pauta para a primeira reunião da câmara, João Sampaio sugeriu a discussão do subsídio pendente, a necessidade da contratação de um estudo da cadeia produtiva e a necessidade de um programa de produção de mudas de seringueira.

A primeira reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Borracha Natural deve ocorrer na primeira quinzena de outubro.

Priscilla Perez
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