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Preços internos da borracha não acompanham altas internacionais PDF
19/04/2006

Apesar da euforia sentida no Brasil no início do ano, quando a SMR-10 ultrapassou US$ 1,80/kg na Bolsa de Borracha da Malásia (MRE, na sigla em inglês), os preços da borracha natural no mercado brasileiro, a partir de fevereiro, deixaram de acompanhar a forte alta observada no mercado internacional. Conforme dados do Correio da Borracha - informativo impresso do Projeto Borracha Natural Brasileira - em março, o preço médio recebido pelas usinas paulistas foi R$ 4,55/kg de GEB-1, ante R$ 4,42/kg no mês anterior, um aumento de 2,9%.

Em março, o preço da SMR-10 na MRE apresentou ligeira queda de 1,0%, fechando com média de US$ 1,9204/kg, ante US$ 1,9407/kg no mês de fevereiro. Na Índia, a RSS4 fechou o mês de março com preço médio de US$ 1,8152/kg, ante US$ 1,8134 no mês anterior; leve aumento de 0,1%. Estas informações fazem parte do conteúdo da edição de março do Correio da Borracha.

O consumo mundial de elastômero natural em 2005 foi de 8,7 milhões de toneladas, a China responde por cerca de 20% desse volume. Segundo informações do Banco Central chinês, a estimativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) para 2006 é de 8,9%, trazendo como reflexo a manutenção da forte demanda por borracha natural. Apesar da forte procura da China e de outros países pela commodity, os preços internacionais seguem estáveis e a oferta limitada.

Devido ao cenário econômico atual, a disparidade entre os preços praticados pelo mercado e o preço de referência da Apabor (Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha) se acentuou. Em abril, o preço da associação fechou em R$ 4,63/kg, enquanto que o preço médio pago pelas fabricantes de pneus às usinas de beneficiamento foi 3,0% inferior, ou R$ 4,49/kg. Essa divergência se estende desde o mês de fevereiro.

Heiko Rossmann, coordenador do Projeto Borracha Natural Brasileira, afirma que o comportamento da indústria pneumática é normal frente ao cenário atual. “O fato de as fabricantes de pneus estarem pagando abaixo do preço de referência é, de certo modo, compreensível. Os preços internacionais subiram muito e o mercado de reposição de pneus se encontra desaquecido“, explicou.

A edição de maio do Correio da Borracha trará como novidade custos de produção da borracha natural. Peça já o seu exemplar avulso e fique por dentro de todas as informações pertinentes ao mercado da borracha natural.

Priscilla Perez
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